Às vezes um Deus Selvagem

wild_god_cover_slice-1aEste é um poema circula por vários sites pagãos e, desde a primeira vez que o li, as palavras e imagens ecoaram e mexeram com algo muito profundo em mim. De novo, me deparei com ele esta manhã e me entreguei à tentação de traduzi-lo e, assim, partilhar essa joia preciosa com leitores de língua portuguesa.

Para o original em inglês, há um livreto ilustrado à venda aqui.

 

Às vezes um Deus Selvagem

(Tom Hirons)

 

Às vezes um deus selvagem senta à mesa.

É desajeitado e não sabe lidar

Com porcelana, garfos, mostarda e prataria.

Sua voz transforma vinho em vinagre.

 

Quando ele chega na porta,

Você provavelmente tem medo.

Ele lembra algo escuro

Que você pode ter sonhado,

Ou um segredo que não quer que ninguém saiba.

 

Ele não toca a campainha;

Em vez disso, arranha a porta

Com suas mãos sangrentas

Embora prímulas

Brotem a seus pés.

 

Você não vai querer que ele entre.

Você está muito ocupado.

Está tarde, ou cedo, e além do mais…

Não consegue olhar para ele diretamente

Porque dá vontade de chorar.

 

O cachorro late.

O deus selvagem sorri,

Estende a mão.

O cachorro lambe suas feridas

E o leva para dentro.

 

O deus selvagem está de pé na sua cozinha.

Hera começa a tomar conta dos armários;

Há visco morando nas luminárias

E passarinhos começam a cantar

Uma canção antiga na boca da sua chaleira.

 

“Não tenho muito”, você diz

E lhe dá sua pior comida.

Ele senta à mesa, sangrando.

Tosse raposas.

Tem toupeiras nos olhos.

 

Quando sua esposa chama lá de cima,

Você fecha a porta e diz a ela

Que está tudo bem.

Não vai deixar que veja

O estranho convidado à sua mesa.

 

O deus selvagem pede uísque

E você serve um copo para ele

E depois um para si.

Três cobras estão fazendo um ninho

Nas suas cordas vocais. Você tosse.

 

Ó, espaço infinito

Ó, mistério eterno.

Ó, ciclos sem fim de morte e renascimento.

Ó, milagre da vida.

Ó, a maravilhosa dança de tudo isso.

 

Você tosse novamente

Despeja as cobras e

Engole o uísque,

Refletindo como foi que envelheceu tanto

E aonde tudo foi parar.

 

O deus selvagem remexe uma bolsa

Feita de lontras e rouxinóis.

Puxa uma flauta dupla,

Ergue a sobrancelha,

E todos os pássaros se põem a cantar.

 

A raposa salta para dentro dos seus olhos.

As toupeiras saem da escuridão.

As cobras de derramam por seu corpo.

Seu cachorro uiva e lá em cima

A esposa exalta e chora ao mesmo tempo.

 

O deus selvagem dança com o cachorro.

Você dança com os pardais,

Um gamo branco puxa uma banqueta

E berra hinos a antigos encantamentos.

Um pelicano salta entre as cadeiras.

 

Ao longe, guerreiros saem de suas tumbas.

Ouro antigo cresce como se fosse grama no campo.

Todos sonham as palavras para canções há muito esquecidas.

Os morros ecoam, e as grandes rochas cinzas badalam

Com riso e loucura e a dor e alegria de viver.

 

No meio da dança,

A casa sai do chão.

Nuvens entram pelas janelas;

O relâmpago bate com o punho na mesa.

A lua encosta na janela, sorrindo.

 

O deus selvagem aponta para o seu flanco.

Você está sangrando muito.

Está sangrando há muito tempo,

Possivelmente desde que nasceu.

Há um urso na ferida.

 

“Por que me abandonou à própria morte?”

Pergunta o deus selvagem, e você responde:

“Estava ocupado em sobreviver.

As lojas estavam todas fechadas;

Não sabia como. Sinto muito.”

 

Ouça todos eles:

 

A raposa na sua garganta e

As cobras nos braços e

A carriça e os pardais e o cervo…

Os grandes animais inomináveis

Do seu fígado e rins e coração…

 

Há uma sinfonia de uivos.

Uma cacofonia de dissidências.

O deus selvagem assente com a cabeça e

Você acorda no chão segurando uma faca,

Uma garrafa e um punhado de pelos pretos.

 

Seu cachorro dorme na mesa.

Sua mulher se mexe lá em cima.

Suas bochechas estão molhadas de lágrimas;

Sua boca dói pelo riso ou pelos gritos.

Um urso preto está sentado junto ao fogo.

 

Às vezes um deus selvagem senta à mesa.

É desajeitado e não sabe lidar

Com porcelana, garfos, mostarda e prataria.

Sua voz transforma vinho em vinagre

E a morte, ele devolve à vida.

 

 

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Em São Paulo, em maio

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Ativando o caldeirão de poder feminino – curso em três módulos

 Volto a oferecer esta jornada de autodescoberta e despertar mágico feminino a partir de maio, num espaço especialíssimo na zona norte da cidade: o Sagrada Espiral.

Dia 14/05/2016
Das 10h às 18h com breve pausa para o almoço. Inclui os materiais e coffee break.
Espaço Sagrada Espiral, Rua Ibéria 122, próximo ao metrô Parada Inglesa, SP
A ficha de inscrição e mais detalhes do curso, você encontra aqui

O verdadeiro caldeirão de toda a magia habita dentro de cada mulher: é o nosso ventre. O útero tem uma energia tão incrível que pode formar e gestar não apenas o milagre de uma vida humana, mas também nossos projetos, sonhos e relacionamentos. Despertando, honrando e nos conectando a essa energia tomamos o trono do poder das nossas vidas como verdadeiras imperatrizes que somos.

Este curso propõe vivências e ritos profundos para fazer este resgate e conexão, mudando sua energia de vida.

É dividido em três módulos que são uma construção. O primeiro é independente, mas é um pré-requisito para o segundo e assim por diante. É um convite para você despertar e viver sua energia em sua máxima potência.

Alguns depoimentos de mulheres que já participaram desse trabalho:

“Processo transformador. Transformação sutil que foi acontecendo em mim ao longo dos encontros. Os intervalos me deram tempo para perceber e assimilar as mudanças e o processo todo me abriu um caminho de auto descoberta. Para as mulheres em busca de si mesmas, super recomendo!”  A. 38 anos

 

“Além das mudanças providenciadas pela vida, tive uma transformação muito importante no modo de ver a vida e de me relacionar com ela e tudo isso porque aprendi a valorizar a menina que fui, a mulher que sou e a Deusa que vive em mim. O presente recebido da vida que hoje cresce aqui no meu ventre, pôde ser deliciosamente aceito e compreendido principalmente por hoje eu saber o poder da mulher que sou e sempre fui e não sabia. Plenitude poderia resumir o que ganhei por ter me dado o curso de presente. O primeiro presente de muitos que mereço. Que assim seja. ” S. 37 anos

**Ficha de inscrição  aqui

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“A baboseira de ‘Amor e luz’ da nova era

Se você, como eu, fica pasmo com a generalização e esvaziamento de termos e saudações como “muita luz pra você”, “beijos de luz”, “gratidão”, “gratiluz”, entre outros nas comunidades ditas espirituais, new age ou nova era, este texto é pra você.

Ficar vibrando só na luz, negando todos os nossos outros sentimentos e verdades é um tremendo desserviço à evolução e integridade do ser humano. Vibrar só de um lado das nossas polaridades é convidar tudo que reprimimos a se apoderar de nós de uma forma muito mais forte e nociva posteriormente.

Não tenha medo de assumir seus lados nãos “aceitáveis”, não tenha medo de ser humano e mortal. Abrace, receba e aceite todas as partes do seu self. É a única coisa saudável a se fazer. E é a mais sábia.

Conheça-te a ti mesmo – em todos teus recônditos e teus demônios internos não terão mais poder sobre ti, mas trabalharão contigo na busca de uma vida bem vivida e um self verdadeiramente integrado, com relações muito mais harmoniosas de verdade.

Fiz essa introdução, pois o assunto muito me interessa e anda me aborrecendo cada vez mais. Já o que vem a seguir é um texto ótimo que li online há algumas semanas ,onde achei que a autora faz um trabalho maravilhoso – e desbocado – para desmascarar essa baboseira pelo que ela é, uma atrocidade contra si.

*****O texto a seguir foi traduzido e está sendo publicado no meu blog com autorização da autora Alana McHugh. O original foi publicado no site analouisemay.com, em 19 de novembro de 2015, e você pode encontrar o original aqui.

“A baboseira de ‘Amor e luz’  da nova era

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‘Amor e luz’ é um termo comumente usado pelo pessoal New Age, arremessado para todo lado como uma espécie de panaceia, se sobrepondo ao que quer que tenha acontecido anteriormente com sua luz passivo-agressiva fluorescente.

Abra sua boca e me permita empurrar goela abaixo meu amor e minha luz, antes que você se ofenda, antes que pense que sou má pessoa, antes que pense que sou qualquer outra coisa que não angelical.

Mas a agressão real está direcionada à própria sombra de cada um.

‘Sou apenas amor e luz. Tudo que sou é amor e luz.’

Não há nada mais distante da verdade, você está completamente delirante e desconsiderando metade de quem você é.

Sua sombra trabalha pra caralho para chamar sua atenção para que aprenda algo de valor.

‘A pessoa não se torna iluminada por imaginar figuras de luz, mas por trazer a escuridão para a consciência.’ – Carl Jung

Sua sombra é sua melhor professora e aliada, e, no entanto, você gosta de chutá-la no estômago quando ela está no chão, com você gritando furiosamente através de lágrimas desesperadas: ‘Amor e luz! Amor e luz! Amor e luz, porra!!’ Gritando e fechando os olhos com força, tentando abolir seu lado demoníaco, como se ele pudesse ser destruído pela simples força de vontade de fingir que você é um ‘ser de luz’.

Determinado a se enxergar apenas sob os tons dourados da divindade, você está dolorosamente fazendo tudo errado.

Você é todas as cores e todos os tons.

Você é feito do frágil cintilante sopro da vida e da crueldade da implacável agente da morte.

Você tem um lado tão escuro que se recusa a ser subjugado por seus mantras teimosos de positividade e crenças unilaterais em cristais de quartzo, ioga, pureza e em ser “bonzinho”.

As profundezas do seu self de obsidiana pode oferecer tesouros que apenas o abismo pode suportar, a sua esculhambação carrega em si as mais brilhantes chamas do inferno, que podem lhe iluminar na verdadeira glória flamejante do seu self unificado e integrado.

Então, se eu fosse você eu abandonava essa fachada de amor e luz, você não está enganando ninguém.

Todos sabemos que seu interior está cheio de merdas e matéria em decomposição e vilania.

Sabemos porque nós também estamos cheios disso.

Vomite seus pensamentos tóxicos e atitudes perversas em cima da minha mesa de centro e me dê algo de valor como companhia.

Me dê a pedreira que de verdade compõe a tua alma, não o fantasma vacilante do teu espírito.

Caia na real.

Me dê tua profundidade.

Você é amor e luz E TAMBÉM uma escuridão imensurável.

Honre sua sombra, ou essa vadia vai te foder tanto que não há quantidade de óleo de coco extraído a frio que vá aliviar.

Ela está do seu lado e é melhor você também estar. (Em vez de ficar flutuando em amor e luz na fadalândia de merda)

Bênçãos,

Amor & Luz & Escuridão Imensurável xx”

 

Convite aberto para a Bênção Mundial do Útero dia 27 de outubro

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A Bênção do Útero é uma terapia energética transformadora e uma prática feminina que propicia uma cura poderosa para o ventre e o ciclo menstrual, nos desperta para nossa sabedoria intuitiva, inspiração, energia dinâmica, empatia e compaixão, silêncio interior, criatividade, sexualidade e espiritualidade, que foram reprimidos ou estão adormecidos,nos reconectando à nossa natureza feminina, tranquilidade, centramento, fortalecimento e bem estar.
A Bênção Mundial é oferecida cinco vezes por ano, à distância, em horários específicos, quando mais de 100 mil mulheres do mundo todo se sincronizam com a originadora desse movimento, Miranda Gray, para recebermos juntas essa energia amorosa da Deusa e da Sacralidade Feminina.

Para mulheres de todas as idades, cíclicas ou não, a partir da primeira menstruação.

***PARA PARTICIPAR:

1.INSCREVA-SE gratuitamente no site www.wombblessing.com no horário que diz 12:00 (esse é o horário inglês da sincronização, para nós, a energia chega pontualmente às 10h). ISSO É SUPER IMPORTANTE, sem a inscrição, a energia não vai diretamente para você.

2. Traga:
* 2 tigelinhas (uma para água, uma para uma vela)
* água para beber
* um xale ou echarpe
* uma vela de rechaud
* algo de comer e beber para compartilharmos depois
* uma canga.

3. Junte-se a nós no horário marcado, 9h30, dia 27/10 na figueira do Parque Ibirapuera, em frente ao Viveiro Manequinho Lopes.

Confirme sua presença na página do evento ou mande uma mensagem aqui!

Workshops e palestras apresentados

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Março:

Prazeres físicos em práticas espirituais. 14º Encontro Anual de Bruxos –Atibaia, SP

Uma vivência de conexão, amor e cuidado com Pachamama .VI Festival Faces da Deusa – Faces da Lua, SP

2014

Novembro: Estados de transe.V Festival de Wicca e Paganismo Grego – Faces da Lua, São Paulo.

palestra3Setembro: Usando o Tarot magicamente para cura do corpo. 4ª Confraria de Tarot – Faces da Lua, São Paulo.

Agosto: Deusas da pesada: o medo e o fascínio das Senhoras da Guerra, da Morte e da Escuridão. 10ª Conferência de Wicca e Espiritualidade da Deusa – São Paulo..

Março: “Hecate e Sekhmet como deusas que conversam o a sombra do ser humano” (palestra com Nefersaaset). Vº Festival Faces da Deusa – Faces da Lua, São Paulo. , e palestra .

2013

Dezembro: Defesa energética básica. Mystic Fair – São Paulo.

Novembro: Estabelecendo e fortalecendo a relação com nossos Deuses: da reverência ao amor romântico, descoberta e revelação de mitologias.IV Festival de Wicca e Paganismo – Faces da Lua, São Paulo.workshop2

Julho: 3ª Perdendo o medo das cartas. Confraria Brasileira de Tarot. – São Paulo

Maio: Encontro da Roda de Mulheres Irmandade das Pedras (com Pietra di Chiaroluna).Convenção de Bruxas e Magos – Paranapiacaba, SP.

2012

Dezembro: Marés lunares.Mystic Fair – São Paulo

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2010

Dezembro de 2009 a Abril 2010: Embodying the Tarot. Curso extensivo – Life Force Arts Center, Chicago, IL

2009

Junho: Brazilian magick. Pagan Spirit Gathering – USA.

 

Palestras e eventos de março

Este mês sou palestrante convidada de dois eventos super legais, seguem os temas:

MachuPicchuUma vivência de conexão, amor e cuidado com Pachamama

22 de março de 2015

VI Festival Faces da Deusa, no Faces da Lua em São Paulo

Pachamama é a Mãe Terra cultuada pelas culturas indígenas dos Andes, uma deusa muito ancestral e primeva, do plantio, da colheita e da fertilidade. Ela é a própria natureza, e, segundo o culto tradicional, o ser humano enfrenta problemas sempre que tira demais de Pachamama.

Ela foi meu portal de contato com a Sacralidade feminina quando comecei nesse caminho espiritual, e gostaria de compartilhar um pouco da magia e da cura dela nessa vivência, onde nós também, como filhos, vamos cuidar e honrar nossa Mãe do Mundo.

 

Prazer físico em práticas espirituais

No 14o Encontro Anual de Bruxos

27 a 29 de março, 2015. Chácara Bambuzal, São Paulo.

Exercícios de meditação, jornadas e práticas devocionais nos chegam sempre acompanhados de várias recomendações e uma lista de benefícios mentais, mágicos e de conhecimento. Quando se fala em resultados físicos, em geral se relaciona a melhoras em estados de saúde e eventuais curas que podemos atingir, mas pouco – ou nada – se discute sobre os prazeres físicos que podemos sentir durante essas práticas, seja pela sensibilidade energética e sua atuação em nossos centros, seja por termos um encontro de cunho sexual com deuses ou outras entidades.

Turan, deusa etrusca do amor, libido e fertilidade é a homenageada do EAB desde ano.

Turan, deusa etrusca do amor, libido e fertilidade é a homenageada do EAB desde ano.

Habitando uma esfera dominada pela cultura judaico-cristã, é comum sentirmos em um primeiro momento como se esse tipo de contato fosse algo proibido ou tabu, para então descobrirmos que não estamos sós nessa experiência.

O que proponho é uma roda de conversas sobre diferentes tipos de sensações, possíveis origens e explicações, quais exercícios cada um identifica como catalisador de prazer físico e um diálogo honesto sobre sexo com anjos, deuses e outras entidades. Há um limite para o tipo de interação que podemos ter? Um encontro espiritual com conotação sexual pode ser mais potente que um encontro corporal? Onde traçamos a linha amarela, e de que nos serve – além da resposta óbvia – um contato assim?

Anam Cara – um bom nome para um hidromel

Na tradição espiritual céltica, acredita-se que quando conhecemos alguém com quem nos conectamos profundamente, nossas almas passam a fluir juntas. Quando ocorre esse vínculo profundo, diz-se que teríamos encontrado nosso Anam Cara – um amigo ou amiga de alma.

Desde a primeira vez que li isso, achei lindo esse conceito, e quando fiz meu primeiro hidromel em 2012, já o batizei assim: Anam Cara. Queria que essa bebida irradiasse essa energia, de um momento de profunda conexão, sentindo-se muito em casa com quem estivesse partilhando dela.fazendo hidromel

Sempre fiz a bebida para consumo próprio, em pequenas quantidades, mas quem provava ou tinha curiosidade começou a perguntar se eu não tinha alguma garrafa para vender. Pois bem, a partir de agora, toda vez que eu fizer uma leva de hidromel aqui em casa, vou separar algumas garrafas dessa produção absolutamente caseira e artesanal para os amigos que quiserem.

ingredientes do melomelO primeiro aberto a essa partilha é um de caju, que preparei numa tarde muito quente de primavera, ao som de Zé Ramalho. Pensei muito nas delícias do Nordeste brasileiro enquanto mexia a poção. Lembrei do mar, da brisa, das redes preguiçosas, da comida, da simpatia das pessoas, da BR 101 cruzando vários estados e paisagens… De entrar em prainha após prainha… algumas desertas e expansivas para a alma.

Embuti ali também outros passeios que fiz, como ao maior cajueiro do mundo, uma planta que abrange 8500 metros quadrados e fica no Rio Grande do Norte, ou dos cajus maduros, amarelo-rosados se oferecendo nas árvores do entorno da Lagoa Paraíso, o nome mais apropriado para o mar de água doce próximo a Jericoacoara, CE.

Lagoa do Paraíso, Jericoacoara - CE

Lagoa do Paraíso, Jericoacoara – CE

P1000290Com tantas imagens de férias e sentimentos preguiçosos, quem provar desse hidromel não deve se surpreender se for transportado ao calor, à brisa e ao ócio de uma tarde vadia de verão.

Para entrar em contato, escreva para anamcaramead@gmail.com

pequena produção